Recusar vacina contra Covid-19 pode motivar demissão por justa causa

Afinal, optar por não se vacinar contra covid-19 dá demissão?

Quase dois anos após o início das medidas restritivas de combate ao novo Coronavírus; um ano do início da vacinação em escala mundial; e alguns meses da retomada das jornadas presenciais, estamos, novamente, passando por um período de alta nas taxas de infecção com a chegada da variante ômicron, da Covid-19.

Embora o número de casos fatais tenha diminuído drasticamente em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 19,5 mil óbitos foram registrados no primeiro mês do ano, essa nova realidade traz à tona uma discussão importante: a importância da coletividade no confronto à pandemia.

Vivemos na era da internet e, com o alcance que pode chegar a qualquer do mundo, é comum sermos impactados pelos mais diversos posicionamentos em comentários e posts das redes sociais, sites de notícias, televisão etc. Entre eles, um que preocupa desde a Organização Mundial da Saúde (OMS) aos empresários brasileiros. O posicionamento daqueles que optaram por não se vacinar contra o vírus que assola o mundo desde 2020.

Isso porque o desenvolvimento econômico do país depende largamente da retomada total das atividades presenciais, o que só pode acontecer quando ao menos 70% da população brasileira estiver com o esquema vacinal completo, porcentagem que, segundo os especialistas, pode ser capaz de diminuir a força do vírus e a velocidade do contágio, fazendo com que estejamos todos mais protegidos contra a Covid-19 para retomar nossas atividades com mais segurança.

A coletividade é mais do que fundamental para esse momento da história. E esse é o principal motivo apresentado por empregadores no Brasil ao optar por dispensar, por justa, causa trabalhadores que se recusem a receber qualquer das vacinas contra o Coronavírus. Essa visão, no entanto, não é unanimidade nos tribunais – embora tenha respaldo, pois não existe uma lei específica para o assunto, uma brecha legislativa abre o precedente.

Antes, confira neste outro post como coletar dados de vacinação de colaboradores com base na LGPD.

Então, o que fala a legislação brasileira sobre a recusa à vacinação e justa causa?

A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) reúne as motivações para justificar demissões de empregados, mas com a constante mudança da vida em sociedade, a cada espaço de tempo surgem situações específicas que não são contempladas pela legislação trabalhista vigente. Com isso, não existe nenhuma determinação expressa na CLT sobre a recusa em aceitar trabalhadores que optem por não se vacinar contra a Covid-19. Entretanto, algumas hipóteses previstas pelo dispositivo dão apoio ao empregador que queira optar pela Justa Causa, como dispõe o Art. 482.

É parágrafoHHHHHHHsdsf H, que encontramos uma hipótese utilizada para justificar a decisão de empregadores pela demissão de pessoas que se recusem a se vacinar.

Art. 482 – Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador:

[…]

h) ato de indisciplina ou de insubordinação;

Mesmo que não exista a previsão específica para essa infração prevista no artigo 482 da CLT para aplicação da justa causa, é importante ressaltar que, em seu Art. 8º, a legislação expressa claramente que, em todos os casos, deve prevalecer o interesse coletivo frente aos interesses particulares. Em 2021, o próprio STF se posicionou a favor de dar liberdade aos estados para optarem pela vacinação obrigatória, entendendo que a saúde de toda uma sociedade deve ser conservada sobre os interesses individuais.

Art. 8º – As autoridades administrativas e a Justiça do Trabalho, na falta de disposições legais ou contratuais, decidirão, conforme o caso, pela jurisprudência, por analogia, por eqüidade e outros princípios e normas gerais de direito, principalmente do direito do trabalho, e, ainda, de acordo com os usos e costumes, o direito comparado, mas sempre de maneira que nenhum interesse de classe ou particular prevaleça sobre o interesse público.

No entanto, nenhuma lei pode obrigar um cidadão a se vacinar.

O artigo 5º da Constituição Federal, incisos VI e VII, e o 15º do Código Civil preveem o direito de pessoas que optam pela não-vacinação. O Ministério Público do Trabalho (MPT), contudo, não considera alegações de crença religiosa, filosófica ou política como motivos para não vacinar.

Porém, de acordo com decisão dos governos estaduais, a não-vacinação poderia limitar direitos, como benefícios, ser impedido de frequentar estabelecimentos ou até mesmo ser impedido de ingressar na rede pública de ensino.

Voltando às empresas, antes de decidir pela demissão o MPT recomenda que as empresas informem os trabalhadores sobre a importância de vacinas como a contra COVID-19 para o bem coletivo.

Mas, se o empregado continuar a se recusar, injustificadamente, a ser vacinado, a justa causa pode ser aplicada, pois além de ferir o artigo 8º, referente à coletividade, também enquadrada ao inciso H, do artigo 482, da CLT, por ato de indisciplina, como vimos mais acima.

Ainda falta atuação no tribunal para sermos mais precisos quanto a esta questão, já que as decisões judiciais sobre vacinações ainda são poucas e divergentes entre si. Antes que uma ação clara seja tomada, as empresas devem tomar medidas políticas fortes para aumentar a conscientização sobre a importância das vacinas e educar os funcionários sobre as consequências se optarem por não ser vacinados.

Há poucos meses, o TRT/SP deliberou em favor do empregador em um caso de demissão por justa causa, após recusa insistente de uma funcionária em se vacinar. No caso em questão, a área de atuação era uma rede hospitalar, onde a falta de vacinação colocava em risco não apenas a saúde da trabalhadora, como de outros profissionais e pacientes.

Em conclusão, a dispensa por justa causa da empregada foi fundamentada, mas a decisão precisa ser encarada com cautela em razão das particularidades do caso. Nem todos os tribunais têm a mesma visão sobre o assunto.  Com o cuidado coletivo em mente e com o posicionamento favorável do STF, as empresas podem, sim, se utilizar da Justa Causa em casos de recusa à vacinação.

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A importância do Due Diligence

Como já falamos anteriormente aqui no blog, ao investir seu capital, investidores sempre assumem diversos riscos e devem pensar em sua segurança, antes de mais nada. E a melhor forma de garantir proteção ao investir é por meio de duas ações: o compliance tributário e a due diligence.

Relembre o que é compliance tributário nesse post.

Mas, o que é Due Diligence?

Do inglês, pode ser traduzida para o português como diligência prévia. O termo é muito usado no mundo corporativo e se refere ao processo de análise, pesquisa e avaliação de informações detalhadas sobre uma determinada sociedade empresarial.

De modo geral, esse mecanismo é muito importante nas operações de negócios da empresa, como a formação e gestão de parceiros de negócios (terceiros) e operações de fusões e aquisições.

Portanto, due diligence nada mais é do que uma prática que analisa e investiga os riscos que a empresa que receberá o investimento pode oferecer.

A realização do processo é essencial antes de estabelecer uma nova parceria ou fazer aportes de capital, porque as informações obtidas podem ser utilizadas para avaliar e reduzir o risco de suspeitas de fraude e violações.

A análise por meio dessa prática não elimina todos os riscos, mas tem como função básica fornecer aos investidores o máximo de informação possível sobre as ameaças e oportunidades que o negócio enfrenta. Além disso, existem outros aspectos que a prática pode ajudar o investidor a identificar:

  • Fraquezas operacionais;
  • Detectar atividades ilegítimas;
  • Considerar os riscos;
  • Analisar oportunidades;
  • Classificar o grau de compatibilidade entre as empresas;
  • Conhecer o trabalho a fim de assegurar o compliance.

Como e quando executar a Due Diligence?

É aconselhável que uma empresa execute a ação a partir do momento em que decide que haverá, de fato, uma transação envolvendo custos de investimento ou financeiros. Sejam essas transações compras, fusões, integrações, sociedades, aportes de capital ou quaisquer outras transações envolvendo grandes montantes, a due diligence pode ser aplicada desde o princípio.

Assim que um investidor decide que quer injetar capital em uma empresa, uma due diligence já pode ser realizada para aprender sobre o negócio, afinal, é importante determinar se a empresa é sustentável no futuro antes de investir. A prática também pode ser utilizada como ferramenta de avaliação interna, por meio dela os riscos podem ser previstos.

Na execução deste processo, os profissionais envolvidos irão analisar os aspectos financeiros, jurídicos, tributários e comerciais da empresa para que, dessa forma o empresário possa tomar as medidas necessárias para manter a saúde de sua empresa.

Geralmente, o processo de due diligence é realizado por consultorias especializadas, que reúnem um time de profissionais multidisciplinares, como advogados, administradores, economistas, contadores, entre outros, e é comumente realizado em três passos principais.

  1. Análise

O primeiro passo é analisar os cenários internos e fazer definições estratégicas. Nesse momento, com base em observações preliminares, a empresa é mapeada para determinar as características do cenário e é quando a equipe poderá entender o negócio e definir a melhor estratégia de trabalho.

  • Coleta de informações

A segunda fase é a coleta de documentos e informações. A equipe responsável solicitará o que for necessário para realizar a análise, dependendo da finalidade da diligência devida, mas é recomendável coletar o máximo possível para fornecer em estudo completo e aprofundado, sendo possível buscar informações junto a órgãos públicos municipais, estaduais e federais.

É importante ressaltar que, por serem documentos confidenciais, a equipe envolvida deverá assinar um termo de confidencialidade antes de começar a análise.

  • Desenvolvimento

A terceira etapa e final etapa é a preparação do relatório e a entrega do plano de ação. O resultado final produzido pela equipe responsável depende dos objetivos iniciais de cada empresa. Com base na análise de arquivo realizada anteriormente, os prós e os contras da operação serão definidos para então para informar a empresa sobre os riscos potenciais, como evitá-los e possíveis oportunidades de investimento.

Conheça outros tipos de Due Diligence

Existem várias formas de realizar uma due diligence, mas as diferentes categorias não são excludentes entre si e uma mesma análise pode agregar uma ou mais áreas, como por exemplo:

  • Compliance;
  • Ambiental;
  • Integridade;
  • Financeiro;
  • Tecnológico;
  • Propriedade intelectual;
  • Trabalhista;
  • Imobiliário;
  • Jurídico.

Sintetizando, o processo possibilita uma visão geral sobre tudo o que envolve o novo investimento pretendido por uma empresa. Dos riscos às perspectivas de lucratividade do acordo a ser firmado, a due diligence permite que o negócio seja elaborado de forma melhor para ambas as partes envolvidas, expondo possíveis inviabilidades, riscos e evitando conflitos entre os envolvidos.

No SBC Law você encontra profissionais que podem ajudar a sua empresa a realizar os melhores acordos seguindo as normas de compliance tributário e due diligence.

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Nossa equipe de especialistas está sempre de olho nas melhores tendencias dos mercados jurídico e comercial para ajudar nossos clientes a se manterem atualizados e melhorarem seus resultados comerciais todos os dias.

Nosso escritório aposta na inovação e tecnologia para desenhar as melhores estratégias para cada empresa. Com um trabalho diferenciado e personalizado para cada cliente, nossa proposta é dar suporte da forma mais segura e inteligente, além de orientar decisões com segurança jurídica e evitar que o negócio corra riscos desnecessários. 

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O papel do compliance tributário em fusões e aquisições

Fusões e aquisições têm se tornado processos comuns e de grande importância para empresas, pois permite que elas conquistem mercados maiores e públicos mais abrangentes, de acordo com a necessidade. Essas transações podem aumentar os lucros de uma empresa de forma significativa.

Essas operações referem-se à fusão de empresas ou ativos por meio de vários tipos de transações financeiras com outras empresas, permitindo a venda, concentração ou compra de um empresa inteira.

E ainda que sejam ações promissoras, requerem uma série de cuidados e procedimentos para garantir conformidade jurídica, segurança nas transações e sucesso do plano, afinal, o mais importante é proteger o comprador de possíveis dificuldades e prejuízos causados ​​por multas que poderiam ser evitadas.

A importância do compliance tributário

Atualmente, o Brasil possui um grande númeor de normas jurídicas: leis ordinárias, leis complementares, decretos, portarias, resoluções, portarias etc. Diante dessa situação, os empresários brasileiros muitas vezes se encontram em situações caóticas quando discutem questões jurídicas no curso da gestão de seus negócios. Porém, é justamente por este motivo que é imprescindível dispor de ferramentas capazes de manter o empresário em conformidade com a vasta legislação brasileira, especialmente quanto à legislação tributária, evitando, dessa forma, que o empresário seja exposto a qualquer risco em seu negócio.

Trazendo essas informações para o que tange aos assuntos principais desses post, seja o processo escolhido um fusão ou uma aquisição, antes de finalizar uma operação tão vital para as empresas quanto essa, é importante priorizar o estabelecimento de políticas tributárias e de compliance fiscal. Fundamentalmente, essa prática prevê falhas e reduz a incidência de incidentes tributários por meio da análise de compliance dos processos internos da empresa de acordo com a regulamentação em vigor. A melhor forma de garantir a qualidade, clareza e transparência dos processos internos e da informação prestada ao poder público.

A importância de  ter um programa de compliance definido se traduz em um diferencial enorme para a empresa, pois demonstra transparência em suas ações. Isto é, se uma empresa tiver um programa forte e eficaz em vigor, uma série de vantagens pode ser obtida por ela, tais como descontos em linhas de crédito nos mercados financeiros, tratamento diferenciado nas classificações e preferências na fila de reembolso por meio de esquemas fiscais administrados por governo brasileiro, entre outros.

Com a promulgação da Lei nº 1.320/18 no estado de São Paulo, atenção especial passou a ser dada à estrutura de tributação e cumprimento fiscal. Essa legislação, também conhecida como “Nos Conformes”, estabeleceu um plano de incentivo à regularidade tributária e estabeleceu regras de compliance em todo o território do estado.

No Artigo 2, a lei descreve princípios, diretrizes e ações que podem ser usadas ​​como referência para as práticas de compliance tributário:

  • Priorizar a transparência;
  • Incentivar a conformidade fiscal;
  • Aperfeiçoar a comunicação entre os contribuintes e a Administração;
  • Reduzir custos;
  • Garantir uniformidade e coerência na aplicação das normas.
  • Simplificar os processos melhorando a qualidade da tributação;

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Fusões e aquisições: diferenciais e futuro das operações no Brasil

  • Fusão é uma transação de reorganização empresarial, que se caracteriza pela incorporação de duas ou mais empresas em uma nova empresa, ocorrendo o desaparecimento das empresas que se uniram e surgindo uma outra companhia no lugar.
  • Aquisição é quando a empresa adquirente obtém controle majoritário da sociedade adquirida. Assim, o nome do adquirente ou sua estrutura legal não mudam. As aquisições são mais comuns do que as fusões, porque as empresas precisam ter um compartilhamento de valores e interesses muito grande para se fundir.

Quando duas ou mais empresas decidem se fundir ou ser adquiridas, a nova corporação formada é maior do que anteriormente. Portanto, muitos custos operacionais e gargalos podem ser resolvidos de forma mais rápida e fácil. A empresa formada por meio desse processo acabará excedendo em muito as operações combinadas das duas primeiras. Por isso, é importante que todos os processos sejam seguidos e respeitados para assegurar o êxito da operação para ambos os lados envolvidos.

No Brasil, nos próximos anos, o processo de fusões e aquisições de empresas pode ser acelerado devido a uma série de fatores. Isso deve acontecer principalmente por dois aspectos: um é a privatização de empresas estatais; e o segundo é o aumento da competitividade internacional provocado pelo aumento do grau de liberalização comercial no país. Portanto, vemos a importância de compreender a qualidade das fusões e aquisições.

O principal desafio das empresas será o de encontrar ferramentas e respostas confiáveis ​​para manter a regularidade tributária e atender às exigências municipais, estaduais e federais.

Principais fusões e aquisições do Brasil em 2021

O movimento vem ganhando força no mundo e, claro, no Brasil também. Somente entre janeiro e julho de 2021, foram realizadas 1.169 operações de fusões e aquisições no pais, de acordo com informações do Transactional Track Record (TTR). As transações foram responsáveis por um aumento de 50% em relação ao mesmo período do ano anterior, movimentando cerca de R$ 285,5 bilhões no mercado em apenas 7 meses.

Entre as fusões mais rentáveis do ano que acabou de se encerrar, estão:

  • Hapvida e Notredame (GNDI) – Fusão de R$ 115 bilhões;
  • InfraCo e BTGPactual – Aquisição de R$ 12,9 bilhões;
  • Carrefour e Grupo Big – Aquisição de R$ 7,5 bilhões;
  • Grupo Soma e Hering – Aquisição de R$ 5,1 bilhões;
  • Petz e Zee.Dog – Aquisição de R$ 715 milhões.

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É seguro investir em criptomoedas?

O mercado das criptomoedas está crescendo e evoluindo a cada dia. Para quem acompanha o mercado, mesmo que apenas pelas notícias, deve ficar surpreso ao ver o quão volátil o valor pode ser, dependendo da cotação do dia. Mas, o que são as criptomoedas, afinal? Como investir em criptomoedas? É seguro?

As criptomoedas são uma classe de ativos relativamente recente no mercado financeiro e, por isso, despertam muitas suspeitas entre as pessoas que ainda estão aprendendo sobre esse mercado. Mas, de modo geral, a criptomoeda é uma espécie de dinheiro – assim como aqueles que usamos todos os dias – a diferença é que ela é totalmente digital e não são emitidas por nenhum governo (como por exemplo, o real brasileiro ou dólares americanos).

Existem várias maneiras de investir ou adquirir criptomoedas e, hoje, é possível saber com mais transparência sobre todas transações realizadas no blockchain, trazendo mais segurança para todos os investidores.

Para que você saiba por onde começar, preparamos um guia sobre o mundo da moeda digital com muitas informações e dicas valiosas para dar o primeiro passo em direção a essa modalidade de investimento do futuro.

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Bitcoin: o ouro digital

O conceito de criptomoedas vem do final dos anos 1990, quando o criptografo chinês Wei Dai sugeriu o uso de criptografia – recurso utilizado para codificar escritos em cifras praticamente ininteligíveis – para controlar a emissão e transações de novas moedas, eliminando a necessidade de uma autoridade central para gerir ou emiti-las, como acontece com as moedas tradicionais.

Criada em 2008, o Bitcoin (BTC) foi a primeira moeda digital descentralizada do mundo. Sua popularidade se deve ao fato de qualquer pessoa do mundo poder comercializá-la – mesmo que alguns governos tentem proibir seu uso.

Basicamente, a criptomoeda pode ser usada para as mesmas finalidades que a moeda física: atuar como um meio de troca para facilitar as transações comerciais; preservar o valor para preservar o poder de compra futuro; e atuar como uma unidade de conta quando o preço do produto e os cálculos econômicos se baseiam nele.

Para pessoas que não vivem em países de primeiro mundo, como o Brasil, por exemplo, o investimento em moedas digitais podem ser um escape ao controle excessivo de uma autoridade central e à hiperinflação, situações comuns, porém consideradas prejudiciais ao mundo monetário. Assim, o Bitcoin é muito valioso para sistemas de moeda fiduciária, como o real, que não é tão estável quanto o dólar americano ou o euro, e por isso é chamado, por vezes, de ouro digital.

Como começar a investir em criptomoedas?

Criptomoedas são os ativos mais recentes do mercado, e por terem uma lógica de trabalho muito complicada, ainda existem muitas pessoas tentando entender melhor como usá-las.

Para começar, você pode comprar ações em fundos de criptomoedas, negociar diretamente com corretores profissionais (também conhecidos como exchanges) e aceitar moedas digitais como pagamento para determinados negócios ou até mesmo investir em mineração no blockchain.

Também é possível investir em criptomoedas por meio de ETFs (Exchange Traded Funds), fundos de investimento negociados como ações em bolsa de valores ou por meio de corretores profissionais.

Mineração e blockchain: o que são e como funcionam?

Para entender o que é mineração, você precisa saber que a criptomoeda é representada por um código complexo que não pode ser alterado ou decifrado facilmente.

As transações que utilizam as moedas digitais são protegidas por criptografia, mas como não há autoridade central para monitorar essas transações, elas precisam ser registradas e verificadas uma a uma por um grupo de pessoas que usam seus computadores para gravá-la numa base conhecida como blockchain.

As pessoas que registram transações no blockchain são chamadas de mineradores. Eles fornecem o poder de processamento para executar esses registros e verificar as transações feitas com moedas e em troca disso, são remunerados com novas unidades dessas moedas.

As informações sobre operações no blockchain são abastecidas por mineradores e não podem ser alteradas, mas podem ser acessadas por qualquer um, o que confere mais transparência e segurança para as transações com criptomoedas a todos os investidores.

3 passos básicos para começar a investir em criptomoedas

Se você está considerando dar seus primeiros passos no mundo das moedas digitais, o SBC Insghts preparou algumas dicas básicas que vão te ajudar nesse início:

1- Conheça seu patrimônio e os valores que você tem para investir;

2- Procure uma Exchange (corretora) de boa reputação;

3- Não fique ansioso com as oscilações do dia a dia, elas são completamente normais.

Ainda que o Bitcoin seja a moeda digital mais popular da atualidade, ela não é a única disponível no mercado. Existe uma grande variedade de criptomoedas tão valiosas quanto o Bitcoin e que, portanto, merecem ser conhecidas.

  • Ethereum (ETH)

Criada em 2015, o Ethereum (ETH) é a segunda maior moeda digital em uso no planeta e mesmo que existam diferenças significativas em valor e capital, comparada ao Bitcoin, ela também se favorece com o aumento do interesse de investidores em criptomoedas.

  • Litecoin (LTC)

Lançado apenas poucos anos depois do Bitcoin, o Litecoin (LTC) é mais uma alternativa lucrativa no mundo das moedas digitais. O que diverge o Litecoin das demais criptomoedas é que sua plataforma é mais rápida, o que pode reduzir o tempo de confirmação das trocas com a moeda, tornando mais fácil de usá-la em situações cotidianas.

Continue acompanhando o SBC Insights. Podemos te ajudar a iniciar no investimento em moedas digitais!

O que é e o que muda com o Marco Regulatório Infralegal Trabalhista?

No último dia 11 de novembro, o Governo Federal assinou e publicou o Decreto 10.854/2021, Marco Regulatório Trabalhista Infralegal. O texto é um passo importante para a sintetização e simplificação das normas trabalhistas vigentes no país, que, antes do ato apresentavam divergências que complicavam a aplicação de algumas medidas.

Essa é a primeira vez que a legislação trabalhista infralegal é completamente revisada, somando mais de mil atos revistos e consolidados – entre portarias, decretos e instruções normativas. Um dos principais objetivos da mudança por meio do Decreto é tornar a legislação cada vez mais clara e acessível promovendo maior segurança jurídica, transparência e harmonia tanto para trabalhadores quanto para empregadores.

O Marco Regulatório Trabalhista Infralegal traz normas tratam de temas como carteira de trabalho, aprendizagem profissional, programa de alimentação do trabalhador, registro eletrônico de ponto, gratificação natalina, proteção individual, entre outros, que organizam em um único texto as possibilidades da legislação trabalhista brasileira.

Mas antes, que tal dar uma olhada neste outro texto sobre a reforma trabalhista e reclassificação de verbas? Existe grande chance de sua empresa estar gastando mais do que deveria com INSS. Confira clicando aqui!

Na prática, o que muda com o novo texto?

Antes de entrar na resposta para essa pergunta, precisamos destacar alguns pontos sobre o que culminou na necessidade dessa revisão.

A legislação trabalhista brasileira antes da mudança complicava arranjos comerciais e impactava diretamente o crescimento econômico de empresas ao implicar custos elevados a empregadores do país, gerando mais insegurança jurídica.

Mesmo com as grandes alterações que a Reforma Trabalhista de 2017 trouxe para a legislação trabalhista, as normas ainda faziam pouco sentido e continuavam gerando confusão.

Com o novo texto, que desburocratiza e racionaliza as normas trabalhistas, é possível proporcionar tanto segurança jurídica para as empresas, quanto um contexto econômico mais propício ao crescimento para empresas e amparo aos empregados.

Descomplicando as regras do Marco Regulatório Infralegal Trabalhista

O Programa Permanente de Consolidação, Simplificação e Desburocratização de Normas Trabalhistas Infralegais foi criado para:

  • Simplificar e desburocratizar a legislação trabalhista;
  • Reduzir custos de empresas e conceder maior segurança jurídica;
  • Conciliar as normas trabalhistas ao direito ao trabalho digno;
  • Promover a modernização das normas e conceitos;
  • Melhorar e aumentar a competitividade do ambiente de negócios;
  • Garantir maior eficiência ao setor público.

Conheça alguns detalhes sobre as principais revisões  

  • Gratificação natalina.

Mais conhecida como décimo terceiro, a revisão não deve causar impacto ao fluxo de caixa das empresas, mas a consulta à legislação ficou mais simples, uma vez que o novo texto consolida em um único dispositivo as normas que estavam distribuídas em duas leis diferentes, 4.090/62 e 4.749/65 – com alterações do Decreto 57.155/65. A junção esclarece o debate acerca da compensação de verbas em caso de encerramento do contrato de trabalho antes do pagamento da parcela de dezembro da gratificação natalina. Ao transformar em artigo único os textos que tratam sobre o assunto, o marco regulatório põe fim à possibilidade de interpretações errôneas e elucida que o empregador poderá compensar o valor tanto com o valor devido da gratificação, quanto com outras eventuais verbas que o trabalhador possua como crédito. 

  • Vale-transporte.

Quanto às normas para a concessão de vale-transporte ao trabalhador, o novo texto apresenta tênues alterações. A fim de evitar interpretações imprecisas, o marco regulatório buscou unir as disposições sobre o tema para facilitar a consulta e deixar claros dois pontos principais acerca do benefício: o primeiro, previsto nos artigos 108 e 110, esclarece que o vale-transporte oferecido pelo empregador ao empregado deve ser utilizado para usufruir unicamente de meios de transporte públicos; o fim da obrigatoriedade do recadastramento anual da base de colaboradores por parte da empresa, tornou possível a alteração cadastral de empregados apenas quando solicitado pelo trabalhador. Além disso, agora o empregado também pode fazer requerimento do benefício por meios digitais.

  • Livro de inspeção do trabalho eletrônico – eLIT.

O marco regulatório também propõe uma modernização no Livro de Inspeção do Trabalho, que passa a ser um documento digital, substituindo o livro físico adotado atualmente. Apesar de ainda não ter sido divulgada a plataforma onde a nova versão será disponibilizada, o Ministério do Trabalho e Previdência já confirmou que o documento será gratuito e estará à disposição de empresas com ou sem empregados, de forma opcional para microempresas e empresas de pequeno porte e obrigatória para empresas, organizações sem fins lucrativos, profissionais liberais e demais participantes do eLIT com trabalhadores contratados. Apesar da modernização, após a implantação da plataforma, os livros físicos deverão ser mantidos em posse das empresas pelo período mínimo de 5 anos, pois podem ser solicitados em inspeções.

  • Trabalho temporário.

Sobre as condições para a contratação de trabalhadores temporários, o Marco Regulatório Trabalhista Infralegal esclarece e complementa os deveres e direitos de empregado e empregador. Por exemplo, o direito ao FGTS do contratado, antes previsto mas não expresso em lei; diferencia o trabalho temporário do trabalho por tempo determinado; deixa claro que o período de experiência de um trabalhador não é igual ao trabalho temporário, já que o primeiro antecede claramente o firmamento de um contrato definitivo, diferente da segunda modalidade; e ainda estabelece que trabalhadores terceirizados não são considerados trabalhadores temporários, mesmo que as categorias constem na mesma lei.

Em conclusão, o Marco Regulatório Trabalhista Infralegal veio para facilitar a a identificação de direitos e obrigações tanto aos empregadores quanto aos empregados; além de ser um importante avanço rumo à diminuição das incompatibilidades encontradas na legislação trabalhista brasileira.

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Eleita primeira mulher advogada presidente da OAB-SP .

Em novembro de 2021, a primeira presidente da OAB-SP, a maior do país, é eleita semanas antes do Dia da Mulher Advogada. E o post de hoje é uma homenagem ao empenho histórico de grandes mulheres pelo direito à liberdade de escolha e novas possibilidades de vida, uma homenagem a primeira presidente da OAB-SP.

Para começar, precisamos evidenciar que essa é uma vitória de todas as mulheres da advocacia e começa séculos atrás com uma fluminense que se tornou sinônimo da luta pelos direitos de todas as mulheres do Brasil, Myrthes Gomes de Campos – a primeira mulher advogada do país.

Myrthes Gomes de Campos e uma batalha crucial

O ano era 1899 quando a jovem Myrthes entrou pela primeira vez como profissional em um tribunal, aos 24 anos de idade, conforme contam os registros da época. Com confiança e a missão de mostrar a capacidade feminina para o cargo, ela demonstrou domínio sobre o Código Penal vigente, conquistou a absolvição de seu cliente com provas contundentes e iniciou uma batalha importante não apenas para si, mas para mulheres de todas as gerações.

Acontece que no século XIX, advocacia, assim como tantas outras profissões, ainda era considerada uma carreira “para homens”, sem espaço para o feminino, considerado frágil e inepto para o trabalho. O ambiente discriminatório e pouco acolhedor, no entanto, não impediu essa mulher decidida – e muito à frente de seu tempo – de conquistar qualificação para o ofício, ingressando na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro.

Outras mulheres já haviam se formado em Direito pela Faculdade do Recife quando Myrthes concluiu seu curso na capital, porém, a jovem foi a primeira a perseguir, sem espaço para desistência, o sonho de exercer a profissão, lutando contra todos os empecilhos que a sociedade impunha às mulheres naquela época.

Um legado para a mulher advogada no Brasil

Foi apenas em 1906, quase oito anos após conquistar seu diploma, que, com muito esforço e enfrentando a ferrenha opinião de advogados de todo o país, Myrthes conseguiu ser aceita como sócia efetiva do Instituto da Ordem dos Advogados do Brasil.

Naquela época, a mulher era vista como dona de casa por natureza. Nada poderia ser capaz de distanciar o feminino do ideal da cabeça de família. E foi graças à atuação de mulheres fortes no âmbito do direito que foi possível mudar essa realidade e conferir às mulheres o poder de exercer sua cidadania, com direitos e deveres assim como os homens.

A importância de ter mulheres atuando nas mais diversas áreas, especialmente no que tange à legislação, é a de obter mais pluralidade no debate de assuntos que afetam a comunidade ao buscar uma sociedade mais justa para todos os cidadãos. E, apesar de serem maioria, mulheres ainda são tratadas como uma parcela menos importante, pois ainda falta representatividade em diversas áreas, apesar dos avanços que estamos testemunhando, inclusive no direito.

Myrthes foi uma das grandes vozes na luta pelos direitos das mulheres no Brasil, defendendo pautas como direito ao trabalho, ao voto, ao aborto e a emancipação jurídica feminina até o dia de sua morte. Uma história de vida que é exemplo da resiliência e força que habita em cada mulher, inspira gerações de advogadas em todo país e, desde 2016 representa e inspira toda a classe com um dia em sua homenagem: o Dia da Advogada Mulher, comemorado todo dia 15 de dezembro.

De volta ao século XXI…

Em novembro de 2021, com 35,80% dos votos e uma campanha acirrada, a primeira mulher foi eleita presidente da OAB-SP em quase 90 anos de história. A maior seccional brasileira terá como representante Patricia Vanzolini, advogada criminal, professora e defensora dos direitos humanos, inclusão, diversidade, entre outros.

Apesar de ter sido escolhida para o cargo e carregar o titulo de primeira mulher advogada presidente na maior seccional do Brasil, a advogada acredita que ser mulher apenas faz parte de quem ela é e não deve ser uma característica que ganhe mais notoriedade do que sua capacidade de comandar o corpo de mais de 400 mil advogados inscritos, uma “prefeitura de médio porte”, como salienta Vanzolini.

Um dos principais desafios de Patricia Vanzolini será o de trazer modernização e mais transparência para a instituição durante o seu mandato, que também quer promover mais visibilidade à profissão.

Historicamente, essa é a primeira vez que uma mulher advogada representa a maioria dos profissionais da advocacia brasileira e ocupam cargos de destaque na Ordem, mas, apesar desse feito, ainda representam uma porcentagem baixa em cargos de comando nos escritórios pelo país.

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Rio Grande do Sul e Sergipe as mulheres são maioria em número e começam a ter  maior representatividade na carreira, pois, também pela primeira vez na história, cinco mulheres foram eleitas simultaneamente para a presidência de seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil.

Outra conquista importante precisa ser lembrada nesse post: a eleição de Márcia Rocha, membro da Comissão de Diversidade e Combate à Homofobia da instituição, a primeira mulher trans a ser escolhida como conselheira da OAB-SP.

A igualdade representa o futuro que acreditamos.

Nosso respeito e admiração pelas mulheres advogadas de todo o Brasil.

Feliz Dia Da Mulher Advogada!

Aqui no SBC Insights você encontra dicas e informações relevantes para o seu crescimento pessoal e também da sua empresa.

Direito empresarial: qual sua importância para a gestão de um negócio?

Nada como ter um especialista em negócios para te auxiliar com as decisões mais importantes dentro da sua empresa, não é? Hoje, você vai saber mais sobre o direito empresarial e como ele pode beneficiar a sua empresa!

Para quem empreende, é importantíssimo saber minimamente do que se trata essa área do direito, afinal, o direito empresarial é fundamental para regulamentar os negócios, proteger os direitos da empresa e manter um bom funcionamento do negócio.

O que é direito empresarial?

O papel do Direito Empresarial é acompanhar todo o empreendimento desde o seu início, orientando com questões legais ou contratuais e também com a finalidade de diminuir e evitar riscos.

Quem atua nessa área, tem a função de garantir que o empreendimento esteja totalmente em compliance com as leis destinadas ao modelo de negócio da empresa.

Todo negócio precisa de suporte especializado para se manter saudável. No Brasil, as empresas enfrentam muitas formalidades e burocracias, não somente no momento de sua abertura. É preciso manutenção, com atenção especial às questões legais, documentações e a rotina empresarial como um todo.

Afinal, como já falamos por aqui, toda empresa precisa de um jurídico ativo e, o direito empresarial deve cumprir com esse papel.

Não sabe o que é um jurídico ativo ou não compreendeu o motivo de toda empresa precisar de um? Clique aqui e saiba mais.

Qual a importância para a gestão de um negócio?

O direito empresarial impacta completamente o destino de um negócio e seus gestores.

Confira alguns tópicos de maior importância quando falamos dessa área:

Melhores alternativas para situações de risco

Com uma equipe especializada auxiliando sua empresa, situações de risco serão cada vez menores, todo trabalho será desenvolvido para que seu negócio não sofra nenhum tipo de prejuízo.

Levando em consideração o regime tributário em que sua empresa está inserida, as características do seu negócio, o planejamento financeiro, dentre outros aspectos importantes, o direito empresarial irá avaliar todas as situações para que, de forma estratégica, a melhor decisão seja tomada.

E é muito importante destacar que o trabalho de um escritório especializado em direito empresarial vai muito além de resolver urgências, seu resultado costuma ser extremamente positivo em médio a longo prazo e capaz de melhor significativamente os resultados e uma empresa, sempre com base na escolha mais prática, segura, econômica e inteligente possível.

Cumprimento das obrigações legais

É praticamente impossível que um gestor consiga exercer suas funções ao mesmo tempo em que se preocupa em manter a empresa de acordo com todas as obrigatoriedades impostas pela legislação, concorda?

Esse é um trabalho árduo e pode exigir muito! Por isso, quem se submete a “dar conta de tudo” acaba cometendo erros básicos e prejudicando a empresa.

O desrespeito à lei pode resultar em multas exorbitantes e em algumas situações, também pode levar o empresário a arriscar seu patrimônio pessoal em troca de uma quitação de dívidas e em casos mais graves, existe a possibilidade de repercussões na esfera criminal.

Mas com o apoio de um escritório especializado, como o SBC LAW, essa tarefa pode se tornar bem mais simples! Cumprir leis e se adequar às mudanças não serão uma preocupação.

Tenha o suporte de nossos especialistas! Clique aqui e fale com o SBC LAW!

Soluções de conflitos

A necessidade de resolução de conflitos nunca foi novidade em um ambiente empresarial, por mais diversos que sejam os motivos, essa situação é extremamente comum.

Portanto, não importa o seu segmento ou o tamanho da sua empresa, a resolução de conflitos sempre se faz necessária.

Mas existem alternativas para não enfrentar processos judiciais ou ter maiores dores de cabeça.

Já imaginou passar por anos de desgaste e ter seu processo finalizado com uma decisão que não é boa para nenhuma das partes?

Por isso, empresas estão optando por métodos alternativos, como as ODRs, por exemplo. Método que ganhou muita força durante a pandemia.

Clique e veja como funcionam as ODRs.

Com o suporte de um escritório especializado em direito empresarial, sua empresa tem acesso às mais novas tendências em resolução de conflitos, com menores custos, mais autonomia e menos dor de cabeça.

Benefícios legais

Dentre uma das principais funções de um advogado empresarial está a observância de benefícios legais concedidos pelo Estado para empresas.

Como exemplo podemos citar financiamentos e parcelamento de dívidas com o fisco.

Mas existem alguns outros que podem ser interessantes e por isso, é muito importante que sua empresa tenha o direcionamento correto, sabendo aproveitar oportunidades e crescer de acordo com seus interesses.

Direito empresarial é ferramenta estratégica

Claramente o direito empresarial pode mudar completamente o rumo de um negócio.

Seu principal objetivo é manter uma empresa saudável e colaborar para que ela tenha um maior tempo de vida.

Com tudo sendo pensado em prol do bom funcionamento do seu negócio, seus resultados serão muito maiores, enquanto suas preocupações irão diminuir.

Mas agora que você já sabe a importância do direito empresarial para o seu negócio, que tal conhecer um pouco mais do SBC Law?

Clique aqui e confira como nossos especialistas vão atuar para beneficiar seu empreendimento.

E claro, continue acompanhando o SBC Insights! Aqui você encontra atualizações sobre as tendências jurídicas e empresariais e também diversas dicas de nossos especialistas.

5 dicas de planejamento financeiro para 2022

Você tem em mente todas as despesas do seu negócio? Para sua empresa alavancar, é necessário controle e planejamento financeiro.

Nossos especialistas possuem algumas dicas para te ajudar com o planejamento financeiro para 2022, que tal conferir? Acompanhe esse texto até o final e veja como um planejamento financeiro pode ajudar sua empresa!

Planejamento financeiro para empresas

O planejamento financeiro é parte do plano de negócios de uma empresa. É ele quem fornece as orientações para rentabilizar seu empreendimento e, também é onde são estabelecidas ferramentas de controle par manter a saúde do caixa e metas a serem cumpridas, seja de curto, médio ou longo prazo.

Portanto, é de extrema importância e totalmente indispensável para a existência de um negócio saudável!

Se você não possui um planejamento financeiro definido, você não possui a capacidade de tomada de decisão, pelo simples fato de não ter uma estratégia para seguir, qualquer decisão que você tenha será de sorte ou azar, o que coloca seu negócio em risco por diversos motivos.

O planejamento financeiro é a base que deve ser utilizada para revisar custos e identificar oportunidades no mercado.

Mas atenção, esse planejamento deve ser feito com auxílio de um especialista, isso é muito importante para que nada passe despercebido e cause problemas futuros.

Como por exemplo o provisionamento jurídico. Provavelmente você não pensou em reservar um valor para custos de demandas judiciais que possam aparecer, pensou?

O SBC Law está preparado para auxiliar sua empresa neste desafio, conheça mais sobre nosso escritório.

Quais os benefícios de um planejamento financeiro em uma empresa?

Um bom planejamento financeiro pode beneficiar sua empresa em diversos fatores e ainda colaborar para sua gestão ser mais eficiente.

Além disso, a previsibilidade com certeza é uma das etapas mais importantes do planejamento financeiro, a simulação de diversos cenários e a definição de objetivos deve ser feita com base em orçamentos para diferentes possibilidades, contribuindo para diminuição de riscos.

A redução significativa de gastos é um dos fatores preferidos dos empresários, o planejamento possibilita uma visão mais ampla sobre todos os dados financeiros da empresa e dessa forma fica muito mais fácil revisar e cortar gastos desnecessários.

E claro, um bom controle das finanças facilita o trabalho do gestor, mantendo a empresa em funcionamento e em completa tranquilidade na hora de tomas as melhores decisões, ou seja, um planejamento financeiro também traz como resultado em uma gestão eficaz.

Existem outros tipos de planejamentos que são essenciais em um negócio. Então, que tal conferir um pouco sobre planejamento estratégico? Clique aqui e veja o motivo de sua empresa precisar de um!

Confira essas dicas de planejamento financeiro para 2022

No momento de criar o planejamento financeiro de uma empresa, alguns cuidados são necessários, afinal, como você deve ter percebido, ele é muito importante para o bom funcionamento do seu negócio.

Por isso, separamos 5 dicas que vão te ajudar a traçar uma boa estratégia para 2022!

  1. Faça projeção de receitas e despesas
  2. Acompanhe todas as suas movimentações financeiras
  3. Identifique gastos que podem ser cortados
  4. Faça um estudo interno da empresa
  5. Projete diferentes cenários

E claro que não poderíamos deixar de indicar nosso último texto, que provavelmente vai mudar o seu modo de ver a advocacia empresarial e consequentemente trazer mais resultados para sua empresa! Clique aqui e veja a importância da advocacia preventiva.

Importância de ter auxílio especializado na hora de planejar as finanças de um negócio

É claro que o empreendedor é o maior responsável pelo seu negócio, mas nem sempre é possível se aprofundar em todas as questões importantes para a empresa, principalmente quando não se tem o conhecimento necessário para tal.

Por isso, ter ajuda especializada é a melhor opção, ainda mais quando falamos em custos.

Quando o assunto é planejamento financeiro é bom deixar para quem entende do assunto.

Mais do que organizar as finanças e pensar nos processos e contas que devem ser pagos, escritórios especializados, como o SBC Law, buscam interpretar os números de maneira estratégica a fim de transformá-los em decisões mais assertivas que farão parte do planejamento financeiro do negócio.

Se você ainda não iniciou o planejamento financeiro de 2022, fique sabendo que ainda há tempo!

Essa é uma ótima forma de aumentar suas chances de sucesso.

Mas não se esqueça, o SBC Law pode te ajudar a executar essa tarefa com êxito.

Clique aqui e saiba como trabalhamos para garantir uma vida longa e saudável para seu negócio!

Nosso conhecimento e tecnologia alinhados com sua vivência empresarial irá elevar completamente o nível de qualidade da sua gestão.

Portanto, continue acompanhando o SBC Insights, aqui você tem acesso às dicas dos nossos especialistas e pode aplicar no dia a dia do seu negócio para evitar dores de cabeça e potencializar seus resultados.

A urgência da advocacia preventiva

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Você já ouviu falar de advocacia preventiva? Sabe como isso funciona? Ou é dos que acreditam que a função do advogado é solucionar as urgências conforme elas forem aparecendo?

Entenda mais sobre a advocacia preventiva e como ela é importante para uma empresa ser bem sucedida.

O que é advocacia preventiva?

A advocacia preventiva nada mais é do que uma atuação ativa e contínua no dia a dia da sua empresa, sendo parte essencial de um bom jurídico empresarial.

Seu foco é reduzir e evitar riscos ou prejuízos para seu negócio.

Quando você é um empreendedor, a última coisa que você deseja é que apareçam surpresas no orçamento ou demandas judiciais inesperadas.

Muitas vezes o trabalho de um advogado é visto como uma dessas urgências de última hora, mas com o auxílio de escritórios especializados, a advocacia preventiva é responsável por grande parte das empresas de sucesso, afinal, os cuidados em relação às questões jurídicas são muito maiores e isso costuma trazer resultados mais satisfatórios para todos os departamentos.

Por que a advocacia preventiva é tão importante para as empresas?

O trabalho de uma assessoria preventiva certamente vai te ajudar a economizar tempo, problemas judiciais e claro, dinheiro.

Não se trata apenas de prevenção, trata-se também de remediar problemas de maneira assertiva e ágil.

O segredo para não precisar enfrentar situações de risco é passar a olhar para o jurídico da sua empresa como algo necessário no dia a dia e não apenas em urgências.

Através da atuação preventiva sua empresa perceberá uma significativa redução de despesas, além de menores transtornos com demandas judiciais. E claro, tudo estará em perfeito compliance, sem problemas com questões jurídicas em geral, desde contratos mais simples, até mudanças na legislação.

Orientações sobre legislação, acompanhamento na celebração de contratos e planejamento jurídico são alguns dos serviços fundamentais que garantem que a empresa esteja sempre um passo à frente de seus concorrentes.

Confira algumas atividades que são parte do trabalho da advocacia preventiva:

  • Análise de documentos;
  • Elaboração de contratos;
  • Preparo de documentos para licitações e demais demandas;
  • Orientações relacionadas à área trabalhista;
  • Intermediação com clientes em situações onde conhecimento técnico é necessário.

É claro que dentre essas tarefas, muitas outras se fazem necessárias no dia a dia de uma empresa, mas se você quer saber mais sobre esse assunto, que tal entrar em contato com o SBC LAW?

Aqui nós somos especialistas em consultoria e assessoria preventiva para empresas e certamente vamos te ajudar a desenvolver seu negócio com segurança.

Clique aqui e saiba mais sobre nosso escritório.

Sua empresa em compliance com o mercado

Você sabe que atualmente tudo muda muito rápido e se você não quiser ficar para trás, portanto, você precisa acompanhar a evolução do mercado.

A advocacia preventiva também é parte disso e vai auxiliar sua empresa para que tudo esteja em compliance!

Que tal saber o motivo de um compliance ser tão importante para um negócio? Clique aqui!

Nós apostamos na tecnologia e inovação para desenvolver seu negócio, de forma que, com a ajuda de softwares jurídicos, suas decisões sejam guiadas para serem o mais seguras possíveis.

Como por exemplo, na utilização de Jurimetria, que com base em uma análise de dados, auxilia nas decisões de seu contencioso de volume para diminuir riscos de demandas judiciais.

Além disso, você sabia que muitas empresas estão aderindo ao uso de Inteligência Artificial para melhorar seus resultados?

Confira aqui como a IA pode ajudar um negócio a ter destaque no mercado.

Mantenha seu negócio em constante evolução

Certamente você já percebeu que a advocacia preventiva pode trazer grandes mudanças para sua empresa.

Mas lembre-se, para que os resultados sejam positivos, é necessário que você tenha o auxílio e acompanhamento de quem entende do assunto.

Nós somos um escritório especializado em negócios e podemos te oferecer soluções inteligentes e seguras para que seu negócio se desenvolva da maneira mais saudável possível.

Garanta seu lugar de destaque no mercado, tenha o auxílio de profissionais especialistas e potencialize seus resultados!

Adoramos acompanhar as tendências do mercado jurídico empresarial e fazemos questão de dividir tudo com você, basta você acompanhar o SBC Insights e você terá dicas valiosas para aplicar no dia a dia da sua empresa.

Outra forma de se manter atualizado é seguindo o SBC Law nas redes sociais!

Quer saber mais sobre advocacia preventiva? Clique aqui e confira este outro texto.

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Legal e lawtech: tecnologia e inovação

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Uma explicação curta e objetiva sobre os termos legal e lawtech é:

São utilizados para nomear startups que criam produtos e serviços tecnológicos direcionados ao setor jurídico.
Na prática, isso se traduz em empresas dedicadas em desenvolver soluções que facilitam a rotina de advogados e contribuem para a entrega de um trabalho com muito mais qualidade e segurança para o cliente.

Exemplo disso são os softwares jurídicos utilizados para análise de dados e tomadas de decisões mais assertivas.

Tecnologia jurídica

A tecnologia jurídica está cada dia mais presente no trabalho dos escritórios de advocacia, quem não quer ficar para trás, acaba aderindo à inovação dentro de sua empresa.

As legal e lawtechs são parte fundamental dessa revolução no mercado jurídico.

Com inovação e tecnologia é possível chegar a soluções jurídicas mais seguras e inteligentes, trazendo muito mais assertividade para um negócio e diminuindo drasticamente a exposição a riscos.

Dentre os serviços que são facilitadores desse trabalho estão plataformas que promovem o encontro do cliente com o advogado mais qualificado para seu caso e softwares que usam dados como base para facilitar acordos judiciais.

E curiosamente, as soluções citadas acima foram criadas por lawtechs brasileiras!

Agora que você já sabe o que é legal e lawtech e, também já conhece um pouquinho sobre tecnologia jurídica, que tal saber mais sobre as soluções criadas por lawtechs e como elas ajudam seu departamento jurídico a lidar com as demandas do dia a dia?

Como as lawtechs estão revolucionando o direito?

Vamos falar de algumas soluções que são destaque no mercado e por isso, muito utilizadas em escritórios de advocacia.

Automação e Gestão de Documentos

Quem nunca perdeu horas do dia para criar e preencher documentos? Esse tipo de tarefa costuma consumir tempo, mas é possível agilizar o trabalho com softwares de automação de documentos jurídicos.

Gestão de Escritórios e Departamentos Jurídicos

Você provavelmente sabe que o departamento jurídico é uma das áreas mais importantes de um negócio, certo?

Mas para que tudo funcione perfeitamente, é possível contar com ferramentas que auxiliam no controle de informações, gestão de processos, equipes clientes, áreas da empresa, finanças e diversos setores.

Portanto, os softwares de gestão para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos estão se tornando cada dia mais fundamentais.

Sendo possível aumentar a produtividade e até mesmo o faturamento do negócio.

Analytics e jurimetria

A coleta e análise de dados para chegar em decisões mais assertivas não é uma novidade, na verdade, esse método é um dos mais utilizados em gestão de contencioso.

Por meio de softwares jurídicos, a Jurimetria possibilita uma análise de dados antigos para melhores resultados no presente e, tudo baseado em probabilidades.

O SBC Law é expert nesse assunto! Que tal saber mais sobre a Jurimetria? É só clicar aqui.

Resolução de conflitos online

Nem sempre o judiciário é a melhor opção para resolver conflitos.

Muitas vezes o sistema é lento e não traz boas soluções, por isso, as lawtechs trouxeram métodos online para mediação, arbitragem e negociação de acordos.

Um ótimo exemplo é a ODR – Online Dispute Resolution, que nada mais são do que uma maneira simples, segura e rápida de resolver conflitos.

Sempre com o intermédio de um advogado, as ODRs acontecem em videoconferências, com tranquilidade, sem envolvimento da justiça e com total segurança jurídica.

Quer saber mais como funciona esse método? Clique aqui e saiba tudo sobre as ODRs!

Conteúdo Jurídico, Educação e Consultoria

Portais de informações com foco em assuntos jurídicos também são criações de lawtechs!

Tanto portais de informação, quanto empresas que disponibilizam conteúdos sobre mercado jurídico, negócios, legislação, tributário, dentre outras categorias, fazem parte dessa categoria de soluções tecnológicas jurídicas que foram criadas por uma legal ou lawtech.

E como você já deve saber, aqui no SBC Insights, você encontra todo tipo de conteúdo jurídico e empresarial para te auxiliar no dia a dia.

Extração e monitoramento de dados públicos

E quando o assunto é dados públicos, as informações são sempre em grande quantidade, em sua maioria disponibilizadas virtualmente e as lawtechs encontraram um jeito de reunir e organizar essas informações para facilitar o trabalho dos advogados.

Como? Através de ferramentas de monitoramento e gestão de informações públicas, como legislações, publicações e documentos cartorários.

Redes de Profissionais

Já utilizou alguma plataforma que facilitasse o encontro de profissionais especializados? Muitos advogados estão dentro de ferramentas desse tipo e diversos clientes buscam suporte através dessas soluções.

São plataformas facilitadoras, onde o cliente consegue encontrar o profissional ideal para seu caso e os advogados conseguem aumentar sua carteira de clientes.

Legal e lawtech: benefícios para o mundo jurídico empresarial

Certamente, você notou que todas as soluções citadas durante este texto podem trazer vantagens significativas para advogados e empresas.

Muitas tecnologias utilizadas no dia a dia podem contribuir para um melhor desempenho.

Dentre os benefícios desses softwares jurídicos estão:

  • Mais assertividade
  • Redução de riscos
  • Economia de tempo
  • Mais produtividade
  • Aumento de resultados

O SBC Law aposta na tecnologia e inovação para revolucionar o mercado jurídico e empresarial, por isso, estamos sempre de olho nas tendências desse universo e procuramos trazer as soluções mais benéficas para nossos clientes.

Quer saber mais sobre o SBC Law? Clique aqui!

E para acompanhar mais dicas e novidades sobre o mercado jurídico e empresarial, basta continuar de olho no SBC Insights!

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